Em meio ao debate sobre prioridades educacionais no Brasil, a campanha de Romeu Zema propõe uma reconfiguração institucional de fundo: retirar o ensino superior do Ministério da Educação e transferi-lo para a pasta de Ciência e Tecnologia, deixando o MEC voltado exclusivamente para a educação básica. A ideia parte de uma crítica antiga e persistente — a de que os recursos federais historicamente favorecem as universidades em detrimento das escolas onde a maioria das crianças brasileiras dá seus primeiros passos. É uma aposta de que mudar a arquitetura do Estado pode mudar o destino da aprendiz