Em um país onde o petróleo sempre foi símbolo de soberania e identidade nacional, o governador Romeu Zema propõe fragmentar a Petrobras em até cinco empresas privadas — um gesto que não é apenas econômico, mas filosófico: uma interrogação sobre o que o Estado deve guardar e o que deve libertar. A declaração, feita à CNN, ecoa tensões antigas entre eficiência de mercado e controle público de recursos estratégicos, e lança ao Congresso e à sociedade brasileira uma escolha que vai além dos balanços financeiros.