Em meio ao debate eleitoral brasileiro de 2026, a campanha de Romeu Zema apresenta uma proposta de reorganização profunda do Estado: fundir programas sociais fragmentados em um único benefício, substituir pisos de gasto por metas de resultado e perseguir superávit fiscal já no primeiro ano de governo. A ideia, articulada pelo economista Carlos Da Costa, reflete uma visão de que a multiplicidade de programas não garante eficiência — e que gastar menos, com mais precisão, pode proteger melhor os mais vulneráveis. É uma aposta que desafia décadas de arquitetura social brasileira e convida o eleit