Em Minas Gerais, onde as alianças políticas costumam ser tão frágeis quanto os votos que as sustentam, Marcelo Aro rompeu com a chapa de Mateus Simões para disputar o próprio governo estadual — movimento que seu ex-aliado Romeu Zema chamou publicamente de traição. A saída, motivada pela chegada do senador Carlos Viana ao grupo, expõe as tensões internas de uma candidatura que já enfrenta dificuldades nas pesquisas, e levanta questões mais amplas sobre lealdade e oportunismo na política brasileira.