A maior central nuclear da Europa, Zaporíjia, encontra-se suspensa entre a estabilidade e o colapso: privada da sua última ligação elétrica externa desde 20 de agosto, a instalação depende agora de geradores a gasóleo com reservas para apenas dez dias. A AIEA negocia uma trégua local para reparar a linha destruída, enquanto a guerra continua a transformar uma infraestrutura crítica numa estrutura cada vez mais frágil. O que está em jogo não é apenas a segurança de uma central, mas a memória coletiva do que acontece quando a negligência e o conflito convergem sobre o átomo.
Zaporíjia em risco de apagão total em dez dias, alerta AIEA
Dois funcionários foram feridos nos ataques com drones nas instalações da central nuclear.