A Microsoft anuncia, para novembro, uma redução nas horas de Cloud Gaming disponíveis aos assinantes do Game Pass — um serviço que prometia liberdade de acesso independente de hardware. A mudança toca em algo mais profundo do que uma simples restrição técnica: ela redefine o contrato implícito entre a plataforma e seus usuários, especialmente aqueles para quem o streaming em nuvem era a única porta de entrada ao universo dos jogos digitais. Como tantas vezes na história das plataformas tecnológicas, o que foi oferecido como abertura começa, silenciosamente, a se fechar.