A Microsoft removeu uma ferramenta nativa do Windows que permitia gerenciar arquivos localmente sem custos adicionais, direcionando seus usuários para os planos pagos do OneDrive. Essa decisão não é meramente técnica: revela uma transformação filosófica do sistema operacional, que deixa de ser autossuficiente para se tornar uma plataforma de acesso a serviços por assinatura. Na longa história da computação pessoal, este momento marca mais um passo na transferência do controle — do usuário para a nuvem, do local para o corporativo.
Windows descontinua ferramenta nativa para impulsionar assinaturas do OneDrive
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