Em meio à euforia coletiva em torno da inteligência artificial, Warren Buffett permanece fiel à sua filosofia de décadas: investir apenas no que pode ser compreendido, medido e sustentado. O magnata de Omaha não rejeita a IA por ignorância, mas recusa-se a deixar que o entusiasmo do mercado substitua o rigor da análise. Nessa tensão entre a pressa especulativa e a paciência disciplinada, emerge uma pergunta que transcende qualquer tecnologia: para que serve, afinal, o ato de investir?