Pela terceira sessão consecutiva, Wall Street encerrou em queda, pressionada pelo peso simbólico e real do petróleo Brent a ultrapassar os 100 dólares — um limiar que evoca memórias de crises passadas e alimenta o temor de uma inflação que recusa ceder. Num mundo onde bancos centrais preparam decisões de política monetária e tensões geopolíticas no Golfo Pérsico persistem, os mercados revelam aquilo que os números sempre escondem: a ansiedade coletiva de quem navega sem horizonte claro.