Na terça-feira, Wall Street encerrou em terreno negativo, com o Nasdaq a liderar as perdas numa sessão que revelou a fragilidade do apetite pelo risco quando múltiplas pressões convergem em simultâneo. O setor dos semicondutores sangrou, a Meta enfrentou o peso das suas escolhas éticas em tribunal, e o Estreito de Ormuz lembrou ao mundo que a geopolítica nunca está verdadeiramente ausente das bolsas. É um momento em que os mercados, como espelhos da condição humana, refletem não apenas números, mas a acumulação silenciosa de incertezas.