No último dia de agosto, Wall Street encerrou em queda sob o peso de uma escalada militar entre Washington e Teerão que perturbou o estreito de Ormuz e empurrou os preços do petróleo para cima, reacendendo o velho temor inflacionista. Os mercados, já sensíveis ao ritmo da política monetária, viram nessa tensão geopolítica um sinal de que o caminho para setembro — historicamente o mês mais ingrato para as ações — será estreito e exigente. A humanidade volta a descobrir que as chamas acesas em pontos remotos do mapa chegam, inevitavelmente, aos pregões.