Aos 40 anos, o goleiro Vozinha transformou a estreia histórica de Cabo Verde na Copa do Mundo 2026 em um cartão de visitas para o mundo. Eleito para a seleção ideal do torneio por quase 40% dos votos populares, o arqueiro encontrou no Colo-Colo chileno o projeto que buscava — um que o reconhecesse pelo atleta que ainda é, e não pela lenda que já se tornou. Sua travessia do Atlântico para Santiago é, em certo sentido, a prova de que o futebol ainda reserva capítulos inesperados para quem insiste em jogar com integridade.