Na tribuna da Assembleia Geral das Nações Unidas, o presidente Lula buscou afirmar a liderança brasileira diante do crime organizado transfronteiriço — mas o que poderia ter sido um momento de convergência regional revelou, em vez disso, as fraturas silenciosas da diplomacia sul-americana. Enquanto a imprensa internacional amplificava suas críticas a Trump e suas propostas culturais, os vizinhos do Brasil mantinham distância, lembrando que visibilidade global e influência regional são, muitas vezes, moedas distintas.