Em Porto Velho, Rondônia, um dentista de 41 anos foi condenado por transmitir intencionalmente o vírus HIV a pelo menos quatro mulheres ao longo de meses de relacionamentos marcados pelo silêncio e pela traição. O caso de Jean José Dunga revela como a intimidade pode ser transformada em instrumento de violência, e como a coragem de uma vítima em denunciar pode proteger outras ainda desconhecidas. A condenação a cinco anos de prisão e R$ 50 mil em indenização representa não apenas uma resposta jurídica, mas o reconhecimento de que o dano causado transcende o corpo e atinge famílias inteiras.
Vítima relata transmissão intencional de HIV por dentista em Porto Velho
Quatro mulheres foram infectadas intencionalmente com HIV pelo dentista; vítima relata impacto emocional e familiar devastador.