Em Poços de Caldas, cinco quilos de carbonato misto de terras raras percorreram um caminho que poucos países fora da China conseguiram trilhar: da extração ao processamento em solo nacional. A Viridis entregou esse primeiro lote ao CIT SENAI ITR, inaugurando uma jornada que passará por laboratórios no Rio de Janeiro e em São Paulo antes de retornar a Minas Gerais como ímã de alta tecnologia. O gesto é modesto em peso, mas carregado de significado geopolítico — o Brasil começa a reivindicar soberania sobre um dos insumos mais estratégicos da transição energética global.