Quando uma voz pública nomeia aquilo que muitos vivem em silêncio, o tabu começa a ceder. O alerta de Eliezer sobre o consumo excessivo de pornografia transformou redes sociais em espaço de confissão coletiva, revelando que entre 3% e 15% da população pode enfrentar esse padrão — mais homens do que mulheres, mais solitários do que conectados. A ciência reconhece o fenômeno sem ainda lhe dar nome oficial, enquanto a sociedade já o sente nas brigas, nos afastamentos e nos silêncios dos relacionamentos.
Vício em pornografia: o alerta de Eliezer e o que a ciência sabe
Isolamento social e conflitos nos relacionamentos são consequências documentadas do consumo problemático de pornografia.