Na manhã de 11 de setembro de 2001, uma jovem profissional de finanças estava a poucos metros das Torres Gêmeas quando o mundo mudou de eixo. Ela escapou descalça, sem bolsa, sem celular, sem compreender ainda a magnitude do que seus olhos viam. Vinte e cinco anos depois, aquele dia permanece não como uma cicatriz paralisante, mas como o ponto de inflexão que a levou a abandonar o mercado financeiro e fundar o Joca — um jornal feito para ensinar crianças a pensar. A história dela é, no fundo, a história de como os maiores colapsos às vezes abrem passagens que nunca teríamos procurado por conta
Vi uma enorme bola de fogo, mas não entendi que estava acontecendo o 11 de Setembro
Múltiplas mortes nos ataques de 11 de setembro; testemunha presenciou pessoas caindo das torres e escapou com vida após fuga do local.