Há quatro anos, uma paciente descobriu a retinopatia diabética, complicação do diabetes que pode comprometer a visão, e encontrou no Hospital Metropolitano de Alagoas um caminho de cuidado que se estende ao longo do tempo. A história, que ilustra a oferta do programa Ver Melhor Alagoas no Sistema Único de Saúde, mostra como a vida de quem adoece muitas vezes depende menos de um único ato médico do que de uma sequência de acolhimentos, consultas e tratamentos contínuos. Os números apresentados pelo próprio programa indicam a escala desse esforço, embora venham de quem o conduz.
Ver Melhor Alagoas amplia acesso ao tratamento oftalmológico e transforma a vida de pacientes no SUS
Sou tratada como gente, com dignidade e respeito
Há quatro anos, uma paciente descobriu a retinopatia diabética, complicação do diabetes que pode comprometer a visão, e encontrou no Hospital Metropolitano de Alagoas um caminho de cuidado que se estende ao longo do tempo. A história, que ilustra a oferta do programa Ver Melhor Alagoas no Sistema Único de Saúde, mostra como a vida de quem adoece muitas vezes depende menos de um único ato médico do que de uma sequência de acolhimentos, consultas e tratamentos contínuos. Os números apresentados pelo próprio programa indicam a escala desse esforço, embora venham de quem o conduz.
Há quatro anos, Helioneide Martins descobriu que tinha retinopatia diabética. Desde então, faz acompanhamento oftalmológico no Hospital Metropolitano de Alagoas, unidade da rede estadual de saúde, pelo programa Ver Melhor Alagoas, que amplia o acesso da população a consultas, exames e procedimentos pelo SUS.
O caminho até o tratamento começou diante da televisão, com uma reportagem sobre injeções para doenças oculares oferecidas no hospital. Ela procurou o Serviço Social, relatou o próprio caso e, após consulta e exames, teve a indicação confirmada. Hoje recebe as aplicações com a médica Luana Nogueira, a quem descreve como uma profissional muito boa.
A retinopatia diabética atinge os vasos da retina e pode comprometer a visão. Conforme o estágio, o acompanhamento especializado e as injeções intraoculares ajudam a controlar a evolução da doença. Helioneide também trata a córnea na unidade e diz que a qualidade do atendimento vai além do ato médico, passando pela chegada e pelo acolhimento. "Sou tratada como gente, com dignidade e respeito", afirma.
Segundo ela, ser bem recebida torna o tratamento mais leve. A coordenadora do programa, a oftalmologista Maria Helena Amorim, destaca que o cuidado especializado e contínuo faz diferença na vida das pessoas. O material, porém, vem da própria Sesau e do HMA, sem dados de fonte independente, e avaliações externas sobre a ampliação do acesso ainda são necessárias.
Há quatro anos, Helioneide Martins descobriu que tinha retinopatia diabética. Desde então, ela faz acompanhamento oftalmológico no Hospital Metropolitano de Alagoas (HMA), unidade ligada à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau). O atendimento acontece pelo Ver Melhor Alagoas, programa que amplia o acesso da população a consultas, exames e procedimentos oftalmológicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
O caminho até o tratamento começou diante da televisão. Helioneide assistiu a uma reportagem sobre a oferta, no HMA, de injeções para doenças oculares. Procurou o Serviço Social da unidade, relatou o próprio caso e, depois de consulta e exames, teve confirmada a indicação do procedimento. Hoje ela recebe as injeções com a médica Luana Nogueira, a quem descreve como uma profissional muito boa.
A retinopatia diabética é uma complicação do diabetes que atinge os vasos sanguíneos da retina e pode comprometer a visão. Conforme o estágio, o acompanhamento especializado e tratamentos como as injeções intraoculares podem ser fundamentais para controlar a evolução da doença e preservar a capacidade visual. Entre os procedimentos feitos no hospital estão as aplicações intravítreas, indicadas em casos específicos de doenças da retina, como esta.
Os números divulgados dão a dimensão do serviço. Até setembro de 2026, o programa registrou 13.874 consultas e 6.597 cirurgias oftalmológicas no Hospital Metropolitano de Alagoas, segundo as informações apresentadas na reportagem.
Além da retinopatia, Helioneide trata também a córnea no hospital. Para ela, a qualidade da assistência vai além do ato médico e passa por cada etapa, da chegada à unidade até a consulta. "Sou tratada como gente, com dignidade e respeito", afirma, lembrando que o paciente costuma chegar fragilizado a um hospital, por necessidade de saúde.
Ella diz que o acolhimento muda a forma como enfrenta o tratamento: quando é bem recebida, sente-se mais leve, e o tempo de tratamento parece diminuir. Faz questão de dizer que ali não é a sua casa, porque a casa é única, mas que no Hospital Metropolitano se sente acolhida.
A oftalmologista Maria Helena Amorim, coordenadora do Ver Melhor Alagoas, afirma que o programa garante desde consultas e exames até tratamentos específicos. Para ela, histórias como a de Helioneide mostram como o cuidado especializado e o acompanhamento contínuo fazem diferença na vida das pessoas.
O material vem da comunicação da própria Sesau e do HMA, sem dados de fonte independente. Vale acompanhar eventuais avaliações externas sobre a ampliação do acesso.
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O Ver Melhor Alagoas garante desde consultas e exames até tratamentos específicos.— Maria Helena Amorim, coordenadora do programa