Vendas da Audi disparam 12% em Portugal em 2025 e marca pede mais apoios à mobilidade elétrica

A Audi cresce acima do mercado, em contraciclo com as premium
Marília Machado dos Santos, líder da Audi Portugal, avalia o ano de 2025 da marca.
Mark

Porque é que este número da Audi merece atenção?

Mimi

Porque vem depois de um 2024 de quebra e cresce 12%, acima dos 7% do mercado. Uma marca que recupera assim chama a atenção.

Mark

E as rivais alemãs?

Mimi

A BMW subiu 5% e a Mercedes-Benz 6%. Ambas cresceram, mas menos do que a Audi.

Luke

Convém lembrar que 2.520 unidades é um volume modesto. Os 12% dizem pouco sem sabermos o ponto de partida de 2024, que a notícia não dá.

Mark

E a aposta nos elétricos?

Mimi

Os eletrificados pesam 55% das vendas, com 35% de elétricos puros. O resto são híbridos plug-in, com 120 km de autonomia.

Luke

Esses valores vêm da própria marca, através da sua responsável. Não há aqui confirmação independente.

Mark

E o pedido de apoios?

Mimi

A Audi quer mais incentivos para as famílias, mas o texto acessível não especifica quais.

Luke

Exatamente. Sabemos que há um pedido, não sabemos o conteúdo. E a versão completa está atrás de uma barreira de assinatura.

  • A Audi cresceu 12% em 2025 enquanto a BMW subiu 5% e a Mercedes-Benz 6%, deixando as rivais para trás.
  • Com o mercado de ligeiros de passageiros a crescer 7%, a marca avança acima da média e num contraciclo visível.
  • Eletrificados já representam 55% das vendas, e os elétricos puros pesam 35% do total.
  • A marca pede mais apoios fiscais às famílias para acelerar a adesão à mobilidade elétrica, mas as medidas concretas ainda não estão claramente definidas.

Num mercado onde as marcas premium alemãs costumam andar lado a lado, a Audi Portugal encontrou em 2025 um caminho próprio: vendeu 2.520 carros, mais 12% do que no ano anterior, recuperando de uma quebra em 2024. É um pequeno sinal de que a procura por automóveis de luxo pode renascer quando uma marca se reinventa, sobretudo na direção da eletrificação. A marca diz agora que o avanço depende também de apoios que tornem os elétricos acessíveis às famílias, uma questão que o resultado de 2025 deixa em aberto.

A Audi vendeu 2.520 carros em Portugal em 2025, mais 12% do que no ano anterior. Depois de uma quebra em 2024, a marca volta a crescer a dois dígitos, e esse resultado ganha peso quando posto ao lado das rivais.

Entre as premium alemãs, a BMW subiu 5% e a Mercedes-Benz 6%, enquanto o mercado de ligeiros de passageiros cresceu 7%. A Audi ficou acima de todos eles.

Marília Machado dos Santos, nova líder da Audi Portugal, descreveu o ano como muito bom e falou de um contraciclo positivo face às outras marcas premium. A aposta está nos eletrificados, que representaram 55% das vendas, com os elétricos puros a 35%.

A marca pede agora apoios fiscais para que mais famílias adiram à mobilidade elétrica. O desenho desses apoios, porém, não está detalhado no que é público; a versão completa da entrevista é reservada a assinantes.

A Audi vendeu 2.520 carros em Portugal em 2025, mais 12% do que no ano anterior. O número marca a retoma de uma marca que em 2024 tinha tido uma quebra e que agora volta a crescer a dois dígitos.

O resultado ganha relevo quando comparado com o das rivais. Entre as marcas premium alemãs, a BMW subiu 5% e a Mercedes-Benz 6%. O mercado de ligeiros de passageiros, no seu conjunto, cresceu 7%. A Audi ficou, portanto, acima do mercado e acima das concorrentes diretas.

Quem o diz é Marília Machado dos Santos, a nova líder da Audi Portugal, em declarações ao Jornal Económico. Descreveu 2025 como um ano muito bom, porque a marca cresce acima do mercado e está, nas suas palavras, num contraciclo positivo em relação às outras marcas premium.

A aposta da marca está nos veículos eletrificados, que representaram 55% das vendas totais. Os elétricos puros pesaram 35% do total. A parte restante dos eletrificados corresponde a híbridos plug-in, que já oferecem 120 quilómetros de autonomia.

A Audi pede agora mais apoios para que as famílias adiram à mobilidade elétrica. O resumo da notícia aponta para apoios de natureza fiscal, mas o texto disponível não detalha que medidas concretas a marca defende nem a que valores.

O que fica por conhecer é o desenho desses apoios e a resposta que terão. A versão completa da entrevista, publicada na edição do Jornal Económico de 30 de janeiro, é reservada a assinantes.

Foi um ano muito bom porque a Audi cresce acima do mercado e está num contraciclo positivo em relação às marcas premium.
— Marília Machado dos Santos, líder da Audi Portugal, ao Jornal Económico
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