Quinze anos de ausência continental pesam sobre o Vasco da Gama nesta terça-feira, quando o clube carioca recebe o Independiente Santa Fe pelas quartas de final da Copa Sul-Americana. Mais do que um resultado esportivo, o confronto carrega o peso simbólico de uma reconstrução — a tentativa de um clube histórico de reencontrar seu lugar entre os grandes do futebol sul-americano. O tempo, que apaga memórias e corrói identidades, pode ser parcialmente redimido por uma única classificação.