Vasco e Fluminense empatam sem gols nas oitavas da Copa do Brasil

Dominar a posse não significa nada sem objetividade no ataque
O Vasco controlou o jogo mas não conseguiu converter seu domínio em gols, enquanto o Fluminense foi mais eficiente nos contra-ataques.
Mark

Por que um jogo entre dois grandes rivais termina tão morno, sem gols?

Mimi

Porque o futebol nem sempre segue o roteiro que esperamos. O Vasco tinha a bola, mas não sabia o que fazer com ela. O Fluminense esperava, atacava rápido, mas não conseguia finalizar. Às vezes é assim.

Mark

O Vasco dominou, mas o Fluminense criou as melhores chances?

Mimi

Exatamente. Dominar a posse não significa nada se você não consegue chegar ao gol com perigo. O Fluminense foi mais eficiente naquilo que tentou fazer, mesmo tendo menos da bola.

Mark

Isso muda algo para o jogo de volta?

Mimi

Muda tudo e nada ao mesmo tempo. Ninguém saiu na frente, então ambos têm as mesmas chances. Mas agora há pressão, há urgência. Quarta-feira será diferente.

Mark

Qual era a expectativa antes dessa partida?

Mimi

Era o reencontro de dois times que já se conhecem bem. O Vasco tinha eliminado o Fluminense na semifinal do ano passado. Havia história, havia revanche no ar. Mas o futebol às vezes não coopera com a narrativa.

Mark

E agora, quem você acha que avança?

Mimi

Qualquer um. Sem vantagem no placar, tudo depende de quem conseguir ser mais objetivo na volta. Futebol é assim: uma chance pode decidir tudo.

  • Léo Jardim foi o protagonista involuntário da noite, salvando o Vasco em ao menos três momentos decisivos para manter o placar zerado.
  • O Fluminense criou as chances mais perigosas apostando nos espaços deixados pelo adversário, mas desperdiçou oportunidades claras com Canobbio e Kennedy.
  • O Vasco dominou a posse sem converter esse controle em perigo real, revelando uma efetividade ofensiva que ainda não chegou.
  • A decisão migra para o Maracanã na quarta-feira, onde uma vaga nas quartas de final estará em jogo e o empate em branco exigirá que alguém finalmente marque.

No sábado, Vasco e Fluminense se encontraram mais uma vez no Maracanã — desta vez pelas oitavas de final da Copa do Brasil — e saíram sem que nenhum gol viesse romper o equilíbrio. O clássico carioca, quarto duelo entre os rivais em 2026, revelou duas filosofias opostas que se anularam: a posse paciente de um lado, o contra-ataque veloz do outro. A decisão, como tantas vezes na história desse confronto, foi apenas adiada para quarta-feira.

O Maracanã recebeu neste sábado mais um capítulo da rivalidade entre Vasco e Fluminense, desta vez pelas oitavas de final da Copa do Brasil. Era o quarto encontro entre os times em 2026, carregado pelo peso de um histórico recente que incluía eliminações e reviravoltas — mas o placar ficou em 0 a 0, e a decisão foi adiada.

O Vasco controlou a posse de bola sem transformá-la em perigo real. O Fluminense, mais direto, apostou nos contra-ataques e criou as melhores oportunidades da partida. No primeiro tempo, Savarino chutou de fora e Léo Jardim defendeu; Canobbio desperdiçou aos 33 e Kennedy viu o goleiro vascaíno aparecer novamente aos 42.

O segundo tempo começou com mais intensidade. Canobbio bateu rente à trave logo no primeiro minuto, e Kennedy voltou a encontrar Léo Jardim na cara do gol aos oito. O Vasco respondeu com Tchê Tchê cabeceando para fora após cruzamento de Paulo Henrique. O jogo perdeu ritmo depois disso, e a última chance — um toque por cima de Andrés Gómez aos 36 — encerrou um clássico que não produziu o drama que a rivalidade costuma prometer.

A decisão acontece na quarta-feira, também no Maracanã. Quem vencer avança às quartas de final e carrega consigo a memória de uma noite em que tudo ficou por fazer.

O clássico carioca entre Vasco e Fluminense terminou sem deixar marcas no placar neste sábado no Maracanã. Pela primeira mão das oitavas de final da Copa do Brasil, as duas equipes empataram em 0 a 0, adiando qualquer decisão para o confronto de volta marcado para quarta-feira, quando o vencedor seguirá para as quartas de final.

Era o quarto encontro entre os rivais em 2026. Antes desta partida, eles já haviam se enfrentado três vezes: nas semifinais do Campeonato Carioca, onde o Fluminense venceu por 1 a 0 na ida e depois empatou por 1 a 1 na volta, e no Brasileirão, onde o Vasco levou a melhor com uma vitória por 3 a 2. Este duelo de oitavas, porém, seria diferente — um reencontro que reavivava a memória de 2025, quando o Vasco havia eliminado o Fluminense na semifinal da Copa do Brasil e seguido para a decisão.

O Vasco começou impondo seu ritmo, controlando a posse de bola como vinha fazendo nas rodadas anteriores, mas sem conseguir transformar esse domínio em oportunidades de gol. O Fluminense, por sua vez, adotou uma estratégia mais direta, buscando explorar os contra-ataques. Aos 18 minutos, Savarino criou a primeira chance relevante da partida, chutando de fora da área, mas Léo Jardim fez a defesa. O padrão se repetiu até o intervalo: o time de São Januário pressionava, mas o rival aproveitava os espaços deixados para criar perigos. Canobbio desperdiçou uma oportunidade aos 33, e John Kennedy viu Léo Jardim fazer nova defesa aos 42.

O segundo tempo começou com mais intensidade. Logo no primeiro minuto, Kennedy tocou para Canobbio na área, que bateu rente à trave. Aos oito, o mesmo Kennedy recebeu na cara do gol e novamente encontrou Léo Jardim em seu caminho. O Vasco respondeu aos 10 com Paulo Henrique cruzando para Tchê Tchê, que de cabeça mandou para fora. Depois disso, o jogo perdeu ritmo. A última emoção veio aos 36, quando Andrés Gómez recebeu de Paulo Henrique e tocou por cima do gol, encerrando um clássico que não saiu do zero.

Com o empate, a decisão fica para quarta-feira. Quem vencer no Maracanã garante a vaga nas quartas de final e deixa para trás um clássico que, apesar da rivalidade e do histórico recente, não conseguiu produzir o drama que essas partidas costumam oferecer.

O Vasco dominou a posse de bola, mas não conseguiu chegar com objetividade no ataque
— Análise da partida
Contáctanos FAQ