No Brasil de 2026, a taxa Selic de 14% ao ano não é apenas um número em um relatório do Banco Central — é a força silenciosa que fecha lojas, dissolve empregos e empurra gigantes do varejo como Casas Bahia, Marabraz, Mobly e Tok&Stok para a recuperação judicial. Com as famílias comprometendo 82% de sua renda com dívidas, o consumo de bens de maior valor recua, e o setor que depende desse consumo perde o chão sob os pés. É a história de como uma política monetária prolongada pode transformar decisões abstratas de juros em consequências muito concretas para trabalhadores, famílias e comunidades
Varejo em crise: Selic alta e endividamento das famílias levam gigantes a pedir recuperação
Fechamento de lojas e desligamento de funcionários em empresas de varejo afetadas pela crise de liquidez.