A cada setembro, o Brasil para para ouvir o que seus maiores motores econômicos têm a dizer. Na 26ª edição do Valor 1000, realizada no hotel Unique em São Paulo, mil empresas são pesadas não apenas pelo que faturam, mas pelo que representam — R$ 8,3 trilhões em receita líquida e uma recuperação de lucros que, após dois anos de retração, volta a respirar. O anuário não é apenas um ranking; é um espelho do momento em que o capitalismo brasileiro tenta conciliar crescimento, custo do dinheiro e a urgência da sustentabilidade.