Na Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto, pesquisadores uniram ciência molecular e urgência clínica para criar uma nanopartícula capaz de fechar uma lesão simulada em 72 horas — um resultado que, embora ainda confinado ao laboratório, aponta para um horizonte de esperança para milhões de pessoas que convivem com feridas crônicas sem resposta terapêutica adequada. A formulação combina resveratrol e RNA silenciador em um hidrogel, atacando simultaneamente a inflamação, o estresse oxidativo e a destruição do colágeno que mantêm essas feridas abertas. O caminho até o paciente ainda é longo,
USP desenvolve nanopartícula que fecha feridas crônicas em 72 horas
Potencial benefício para pacientes com úlceras diabéticas e escaras em pessoas acamadas, populações vulneráveis com feridas crônicas.