UPPES oferece atendimento itinerante para Prova de Vida Digital de aposentados

Aposentados e pensionistas podem ter benefícios suspensos se não realizarem a Prova de Vida Digital dentro do prazo estabelecido.
O benefício pode ser suspenso se não fizer a prova no prazo
Aposentados e pensionistas que não cumprirem o calendário da Prova de Vida Digital enfrentam risco real de perda de renda.
Mark

Por que a UPPES está oferecendo esse atendimento especial? Não é responsabilidade do Rioprevidência?

Mimi

É responsabilidade do Rioprevidência, sim. Mas a UPPES representa os professores aposentados, então ela está sendo proativa. Muitos desses professores podem não saber como usar o aplicativo Gov.br ou podem ter dúvidas no processo. A UPPES está criando um espaço seguro para isso acontecer.

Luke

Mas quantas pessoas a UPPES espera atender nesses dois dias? O texto não diz. E se a demanda for maior que a capacidade? Alguém fica sem conseguir fazer a prova?

Mark

Boa pergunta. E se alguém não tiver celular ou não souber instalar o aplicativo?

Mimi

Aí está o risco real. O procedimento exige tecnologia que nem todos têm ou dominam. Por isso a tolerância nos primeiros meses é importante — dá tempo para as pessoas se adaptarem.

Luke

Mas a tolerância é oficial? O texto diz que há um período de tolerância, mas não especifica quanto tempo dura ou como funciona exatamente. É uma proteção real ou apenas uma intenção?

Mark

E se alguém fizer a prova e depois o benefício for suspenso mesmo assim? Como se restaura?

Mimi

Segundo o Rioprevidência, o restabelecimento depende de fazer a prova novamente. Os valores voltam retroativos, mas não é imediato. Pode levar tempo.

Luke

Isso é importante: não é automático. Alguém pode ficar sem receber por semanas ou meses enquanto aguarda o processamento. O texto não diz quanto tempo leva na prática.

  • Mais de 166 mil aposentados e pensionistas fluminenses precisam se adaptar a um novo procedimento obrigatório — a Prova de Vida Digital — lançado em setembro, sob risco real de suspensão do benefício.
  • O que antes exigia apenas uma ida ao banco agora depende de um smartphone, do aplicativo Gov.br e de reconhecimento facial, uma barreira tecnológica significativa para parte do público afetado.
  • A UPPES transforma sua sede em Niterói em ponto de apoio nos dias 5 e 6 de outubro, das 10h às 16h30, oferecendo suporte presencial a professores aposentados que fazem aniversário em outubro.
  • Quem não cumprir o prazo terá o nome publicado no Diário Oficial e o benefício bloqueado — o restabelecimento é possível, mas não automático, e depende da conclusão da prova.
  • O Rioprevidência reconhece a necessidade de um período de adaptação, mas a urgência é concreta: quem nasceu em outubro tem até 2 de novembro para agir.

Em um momento em que o Estado moderniza seus sistemas de controle previdenciário, aposentados e pensionistas do Rio de Janeiro se veem diante de uma exigência inédita: comprovar a própria existência não mais em um balcão bancário, mas pela câmera de um celular. Para suavizar essa travessia tecnológica, a UPPES abre sua sede em Niterói nos dias 5 e 6 de outubro, recebendo uma unidade móvel do Rioprevidência — um gesto que reconhece que a inovação, sem amparo, pode deixar os mais vulneráveis para trás.

A sede da UPPES, em Niterói, vai funcionar como ponto de apoio previdenciário nos dias 5 e 6 de outubro, quando uma unidade móvel do Rioprevidência estará presente para ajudar professores aposentados e pensionistas a realizarem a chamada Prova de Vida Digital — novo procedimento obrigatório lançado em setembro pelo Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro.

A mudança afeta mais de 166 mil pessoas em todo o estado. O antigo modelo exigia comparecimento presencial em agência bancária; agora, o reconhecimento é feito por câmera de celular, pelo aplicativo Gov.br. O atendimento itinerante na Rua La Salle, 22, no Centro de Niterói, acontece das 10h às 16h30 e é exclusivo para beneficiários que fazem aniversário em outubro — o calendário da prova é escalonado por mês de nascimento, e quem nasceu em outubro tem até 2 de novembro para cumprir o prazo.

As consequências para quem não agir são concretas: o Rioprevidência publicará no Diário Oficial, até o décimo dia útil do mês seguinte, a lista de quem não realizou o procedimento, e o benefício poderá ser suspenso. O restabelecimento não é automático — depende da conclusão da prova — embora os valores sejam pagos de forma retroativa.

A autarquia reconhece que muitos aposentados podem ter dificuldade com a tecnologia, e é exatamente aí que a ação da UPPES ganha sentido: oferecer um espaço com suporte humano para quem precisa atravessar essa transição. O que está em jogo é o pagamento mensal de quem já trabalhou e contribuiu — e a iniciativa existe para garantir que ninguém perca esse direito por falta de acesso ou de orientação.

A União dos Professores Públicos no Estado-Sindicato vai abrir as portas de sua sede em Niterói nos próximos dias 5 e 6 de outubro para receber uma unidade móvel do Rioprevidência. O objetivo é direto: ajudar professores aposentados e pensionistas a cumprir uma exigência nova e obrigatória que começa a valer na próxima semana — a chamada Prova de Vida Digital.

Este é um procedimento que o Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro lançou em setembro e que vai afetar mais de 166 mil pessoas: 110.446 aposentados e 56.561 pensionistas em todo o estado. Até agora, quem recebia benefício precisava aparecer pessoalmente em uma agência bancária para comprovar que ainda estava vivo. Agora, tudo muda. O reconhecimento acontece por câmera de celular, através do aplicativo Gov.br, sem sair de casa — ou, neste caso, sem sair da sede da UPPES.

O atendimento itinerante funcionará das 10h às 16h30, na Rua La Salle, 22, no Centro de Niterói. A UPPES deixa claro que o serviço é exclusivo para quem faz aniversário em outubro, justamente porque o calendário da prova é escalonado por mês de nascimento. Quem nasceu em outubro tem até 2 de novembro para fazer o procedimento. Depois vem novembro, com prazo até 30 de novembro, e assim por diante, mês a mês, até setembro do próximo ano.

Para participar, é simples: levar o celular carregado com o aplicativo Gov.br já instalado. O que não é tão simples é o que acontece se alguém não fizer. O benefício pode ser suspenso. Não é uma ameaça vaga — é uma consequência real. O Rioprevidência publicará no Diário Oficial, até o décimo dia útil do mês seguinte, uma lista com os nomes de quem não cumpriu o prazo. Uma vez que o benefício é bloqueado, o restabelecimento não é automático. Depende de fazer a prova, e os valores voltam de forma retroativa, conforme o calendário de pagamentos do estado.

A autarquia reconhece que há um período de tolerância e adaptação nos primeiros meses, especialmente porque muitos aposentados podem não estar familiarizados com a tecnologia. Por isso a ação da UPPES faz sentido: oferecer um espaço onde pessoas possam fazer o procedimento com apoio, com alguém ali para ajudar se algo der errado. É uma ponte entre o sistema antigo, que funcionava em balcão, e o novo, que funciona na tela do telefone.

O que está em jogo é o pagamento mensal de quem já trabalhou, já contribuiu, e agora depende desse benefício para viver. A mudança é necessária — modernizar processos, reduzir fraudes — mas o risco de exclusão é real para quem não tem acesso fácil à tecnologia ou não sabe como usar. Por isso a UPPES está ali, nos dias 5 e 6, das 10h às 16h30, em Niterói, tentando garantir que ninguém fique para trás nessa transição.

A ideia é justamente oferecer suporte durante a realização do procedimento digital
— UPPES
Haverá um período de tolerância e adaptação para os segurados nos primeiros meses de implementação
— Rioprevidência
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