Universidade do Porto celebra 30 anos de transformação digital

Três décadas que mudaram tudo, desde dentro
A Universidade do Porto celebra o percurso de transformação digital que alterou profundamente a relação de estudantes, docentes e investigadores com a instituição.
Mark

Porque é que uma universidade marca 30 anos de transformação digital? Não é apenas uma questão técnica?

Mimi

Não. É sobre como uma instituição inteira muda quando passa a funcionar digitalmente. Estudantes deixam de ir presencialmente entregar documentos. Professores conseguem aceder a informações em tempo real. É uma mudança cultural, não apenas tecnológica.

Luke

Mas o artigo não diz muito sobre o impacto real dessa transformação. Sabemos que houve mudança, mas não sabemos se foi positiva, se houve resistência, se custou dinheiro.

Mark

Quem são as pessoas que vão estar lá?

Mimi

Gente que esteve nas diferentes fases. José Marques dos Santos foi Reitor. Gabriel David coordenou o projeto SIGARRA durante 14 anos. Ana Maria Mendonça desenvolveu o software de vencimentos nos anos 80. São pessoas que viveram essa transformação.

Luke

Mas o artigo não cita nenhuma delas. Não sabemos o que vão dizer, qual é a perspetiva delas sobre estes 30 anos.

Mark

E o futuro? O que é que a universidade espera conseguir?

Mimi

Isso é o que o terceiro painel vai explorar. Outras universidades vão estar lá também, portanto é uma conversa sobre os próximos desafios.

Luke

Mas quais são esses desafios? O artigo não os nomeia. Inteligência artificial? Segurança de dados? Não sabemos.

  • Trinta anos atrás, informatizar uma universidade era uma aposta sem garantias — e a U.Porto decidiu fazê-la.
  • Hoje, estudantes, docentes, investigadores e funcionários navegam num ecossistema digital que moldou profundamente o quotidiano académico.
  • A sessão comemorativa reúne figuras-chave como o antigo Reitor José Marques dos Santos e Gabriel David, que coordenou o projeto SIGARRA durante 14 anos, para reconstituir as camadas desse percurso.
  • O olhar não fica preso no passado: um painel com representantes de várias universidades portuguesas e do Conselho de Reitores debate os próximos desafios dos sistemas de informação universitários.
  • O lançamento do livro '30 anos de Sistemas de Informação na U.Porto' fixa em papel uma história que corria o risco de se perder na memória das pessoas que a viveram.

Há gestos institucionais que só revelam o seu verdadeiro peso quando olhamos para trás. A Universidade do Porto reúne-se esta sexta-feira para contemplar três décadas de transformação digital — um percurso que começou como uma aposta incerta e que acabou por redesenhar a relação de toda uma comunidade académica com a própria instituição. No Grande Auditório do Edifício Abel Salazar, pioneiros, construtores e herdeiros desse caminho sentam-se à mesma mesa para honrar não apenas a tecnologia que ficou, mas a coragem de a ter começado.

Há três décadas, a Universidade do Porto começou a apostar na informatização da sua estrutura interna — uma decisão que, na época, era um risco real sobre algo que ainda não tinha provas de funcionar. Esta sexta-feira, 16 de outubro, a universidade reúne-se no Grande Auditório do Edifício Abel Salazar para celebrar quem construiu esse caminho e refletir sobre o que vem a seguir.

O programa, que arranca às 14h30 com a abertura do Vice-Reitor Alípio Jorge, está organizado em três momentos distintos. O primeiro painel — "Construir uma Universidade Digital: 30 anos de evolução" — reúne protagonistas de diferentes fases da transformação: o antigo Reitor José Marques dos Santos, a ex-Pró-Reitora Lígia Ribeiro, Gabriel David, que coordenou o projeto SiFEUP/SIGARRA entre 1996 e 2010, e Ana Maria Mendonça, responsável pelo software de vencimentos nos anos 80. São nomes que representam camadas distintas de um trabalho coletivo e prolongado.

O segundo painel desloca o foco da tecnologia para as pessoas que a construíram — as equipas, as histórias, as decisões tomadas ao longo dos anos. Depois de uma pausa, o programa volta com um olhar prospetivo: representantes da Universidade do Minho, da Universidade de Lisboa, do IST, da UTAD e do Conselho de Reitores debatem os desafios que os sistemas de informação universitários enfrentarão nos próximos anos.

Antes do encerramento, Tito Vieira, Diretor da UPdigital, apresenta o livro que regista este percurso por escrito. A sessão termina às 18h30 com a intervenção do Reitor Pedro Nuno Teixeira. O que se celebra não é apenas o que foi construído — é a decisão, tomada há trinta anos, de começar a construir.

Há três décadas, a Universidade do Porto começou uma jornada que transformaria completamente a forma como funciona por dentro. Estudantes, professores, investigadores e funcionários — todos passaram a interagir com a instituição através de sistemas digitais que não existiam antes. Esta sexta-feira, 16 de outubro, a universidade reúne-se para olhar para trás nesse caminho e celebrar quem o construiu.

A sessão comemorativa dos 30 anos dos Sistemas de Informação da U.Porto começa às 14h30 no Grande Auditório do Edifício Abel Salazar. Alípio Jorge, Vice-Reitor para as Infraestruturas Digitais e Transformação Digital, abre os trabalhos. O que se segue é um programa pensado para recuperar a história completa dessa transformação — desde as primeiras tentativas de informatização até ao ecossistema digital complexo que a universidade opera hoje.

O primeiro painel, "Construir uma Universidade Digital: 30 anos de evolução", reúne pessoas que estiveram nas diferentes fases desse percurso. José Marques dos Santos, antigo Reitor, estará presente. Também Lígia Ribeiro, que foi Pró-Reitora. Gabriel David coordenou o projeto SiFEUP/SIGARRA entre 1996 e 2010 — uma figura central na história dos sistemas de informação da instituição. Ana Maria Mendonça, que desenvolveu o software de vencimentos entre 1983 e 1989, também participa. Estes nomes representam diferentes camadas de um trabalho que começou há três décadas e que moldou a universidade moderna.

Às 16h05, o segundo painel muda o foco. "Quem fez o caminho: Pessoas, Equipas e Histórias" dedica-se às equipas e profissionais que trabalharam nos sistemas de informação ao longo dos anos. Não é apenas sobre tecnologia — é sobre as pessoas que a construíram, os desafios que enfrentaram, as decisões que tomaram.

Depois de uma pausa, o programa regressa às 17h15 com um olhar para o futuro. "A próxima geração dos Sistemas de Informação Universitários" reúne representantes de várias universidades portuguesas: a Universidade do Minho, a Universidade de Lisboa e o Instituto Superior Técnico, a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, e o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas. Alípio Jorge modera este painel, que procura refletir sobre os desafios que vêm a seguir nesta área.

Antes do encerramento, Tito Vieira, Diretor da UPdigital, apresenta o livro "30 anos de Sistemas de Informação na U.Porto". É um registo escrito deste percurso, uma forma de fixar a história para quem vier depois. A sessão termina às 18h30 com a intervenção do Reitor da U.Porto, Pedro Nuno Teixeira.

O que se celebra nesta sexta-feira não é apenas a tecnologia que a universidade implementou, mas a decisão de a implementar. Há três décadas, informatizar uma instituição como a Universidade do Porto era um risco, um investimento em algo que ainda não era claro que funcionaria. Funcionou. E mudou tudo.

Três décadas de evolução que mudaram profundamente a forma como estudantes, docentes, investigadores e trabalhadores se relacionam com a instituição
— Resumo da transformação digital da U.Porto
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