Univacinas da Unimed Natal oferece vacina contra Herpes-Zóster com desconto até 19 de outubro

A vacinação é a forma mais eficaz de prevenção disponível
Cláudio Bittencourt, coordenador da Univacinas, sobre a importância da proteção contra Herpes-Zóster.
Mark

Por que a Unimed decidiu fazer essa campanha agora, em outubro? Há algo de especial nessa época?

Mimi

A campanha é um esforço de ampliar o acesso à vacinação. Outubro é um mês que permite que mais pessoas se organizem para se vacinar antes do final do ano, quando as doenças respiratórias e outras infecções tendem a aumentar.

Luke

Mas a fonte não explica por que outubro especificamente. Poderia ser qualquer mês. O que sabemos é que a campanha dura até 19 de outubro — isso é um fato confirmado.

Mark

E quanto ao preço? R$ 790 por dose parece caro ou barato?

Mimi

É difícil dizer sem comparar com o preço fora da campanha. O que a Unimed está fazendo é oferecer um desconto durante esse período. Para quem quer se proteger, é uma oportunidade de acesso a um preço reduzido.

Luke

Exatamente. A fonte não diz qual é o preço normal. Sabemos que R$ 790 é o preço da campanha, mas não sabemos se é 30% de desconto ou 5%. Isso importa para avaliar se é realmente uma boa oportunidade.

Mark

A doença é realmente tão séria assim?

Mimi

Segundo o coordenador, sim. A dor pode ser intensa e prolongada, afetando a rotina das pessoas. Não é só uma questão estética ou de desconforto passageiro.

Luke

O que a fonte diz é que pode causar dor intensa e prolongada. Mas não há números sobre quantas pessoas sofrem complicações graves, quanto tempo a dor dura em média, ou qual é a taxa de reativação do vírus. Sabemos que é uma preocupação de saúde, mas os detalhes clínicos não estão aqui.

Mark

Quem deveria se vacinar?

Mimi

Qualquer pessoa com 50 anos ou mais. Também pessoas mais jovens se tiverem indicação médica para isso.

Luke

Correto. Mas a fonte não explica qual seria essa indicação médica. Imunossupressão? Histórico familiar? Profissão? Fica vago.

  • O Herpes-Zóster pode paralisar quem o contrai: a dor nas lesões cutâneas pode durar semanas ou meses, comprometendo trabalho, lazer e rotina.
  • Apesar do nome conhecido, a maioria das pessoas ignora as complicações reais da doença — uma lacuna de conhecimento que a campanha busca preencher.
  • A Univacinas da Unimed Natal abre a vacinação a beneficiários e não beneficiários, ampliando o alcance da proteção além dos limites do plano de saúde.
  • Com estoque limitado e prazo até 19 de outubro, a janela de acesso ao preço reduzido de R$ 790 por dose exige decisão rápida de quem quer se imunizar.

Há doenças que dormem dentro de nós por décadas, esperando o momento certo para despertar. O Herpes-Zóster é uma delas — nascido do mesmo vírus que causou a catapora na infância, ele pode retornar na maturidade com dor intensa e duradoura. Em resposta a essa ameaça silenciosa, a Univacinas da Unimed Natal lança, entre 5 e 19 de outubro de 2026, a campanha 'Um Passo à Frente', oferecendo a vacina por R$ 790 a dose a maiores de 50 anos e a quem tiver indicação médica — um convite à prevenção como ato de cuidado com a própria vida.

A Univacinas da Unimed Natal lançou a campanha 'Um Passo à Frente', que vai até 19 de outubro, oferecendo a vacina contra Herpes-Zóster por R$ 790 a dose — ou R$ 1.580 pelo esquema completo de duas aplicações. O serviço está disponível para adultos com 50 anos ou mais e para pessoas mais jovens com recomendação médica, independentemente de serem beneficiários da Unimed Natal.

O Herpes-Zóster não é uma simples irritação de pele. Ele surge quando o vírus varicela-zóster — o mesmo da catapora — acorda após anos ou décadas adormecido nos nervos do organismo. Ao se reativar, provoca lesões dolorosas que podem incapacitar a pessoa por semanas ou meses, afetando profundamente a qualidade de vida.

Cláudio Bittencourt, coordenador da Univacinas e dos Laboratórios Unimed Natal, destaca que a vacinação é hoje o método mais eficaz de prevenção disponível. Para ele, campanhas como esta cumprem um papel duplo: além de vacinar, educam a população sobre uma doença que muitos conhecem de nome, mas cujas consequências reais poucos compreendem. A vacinação segue disponível enquanto houver estoque do imunizante.

A Univacinas da Unimed Natal abriu as portas de uma campanha de vacinação contra o Herpes-Zóster que vai até 19 de outubro, oferecendo preços reduzidos para quem quiser se proteger contra uma doença que muitos conhecem pelo nome, mas poucos entendem de verdade. A iniciativa, batizada "Um Passo à Frente", está aberta a adultos com 50 anos ou mais, além de pessoas mais jovens que tenham recomendação médica para se vacinar. Tanto quem é beneficiário da Unimed Natal quanto quem não é pode procurar o serviço.

O valor oferecido durante a campanha é de R$ 790 por dose. Como o esquema de proteção completo exige duas aplicações, o custo total fica em R$ 1.580 para quem quer se imunizar totalmente. A vacinação segue disponível enquanto houver estoque do imunizante.

O Herpes-Zóster não é simplesmente uma erupção cutânea passageira. A doença nasce da reativação de um vírus que já estava dormindo no corpo — o mesmo que causa catapora. Depois que alguém se recupera da catapora na infância, o vírus varicela-zóster fica ali, latente, nos nervos. Anos ou até décadas depois, ele pode acordar e se manifestar novamente, desta vez como Herpes-Zóster. Quando isso acontece, o resultado é uma série de lesões dolorosas na pele que podem deixar a pessoa incapacitada. A dor não é breve; ela pode persistir por semanas, meses ou até mais tempo, interferindo no trabalho, no lazer e nas tarefas simples do dia a dia.

Cláudio Bittencourt, coordenador da Univacinas e dos Laboratórios Unimed Natal, frisa que expandir o acesso à vacinação é uma estratégia de saúde pública que faz diferença real. Ele aponta que a vacinação é atualmente o método mais eficaz de prevenção disponível, e que investir nela é investir diretamente na qualidade de vida das pessoas. Bittencourt também reconhece que há uma lacuna no conhecimento público sobre a doença. Muita gente já ouviu o nome, mas não sabe quais complicações ela pode trazer ou como ela afeta a vida de quem a contrai. Por isso, campanhas como esta têm um papel que vai além da vacinação em si — elas educam, informam e ajudam a população a entender por que a prevenção importa.

Não estamos falando de uma doença de pele qualquer. Estamos falando de uma condição que pode gerar dor prolongada e afetar significativamente a rotina das pessoas.
— Cláudio Bittencourt, coordenador da Univacinas e dos Laboratórios Unimed Natal
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