No coração do cerrado brasileiro, Brasília viveu ao final de agosto um momento que a meteorologia registra, mas que o corpo humano sente com urgência: três dias consecutivos de calor recorde e umidade que despencou a 13%, níveis que a Organização Mundial de Saúde considera perigosos para a saúde. Não se trata apenas de números em estações climáticas — trata-se de um ar que deixa de ser aliado e passa a ser adversário, concentrando poeiras, fumaça e partículas de queimadas que o organismo já fragilizado pela seca tem dificuldade em filtrar. O fenômeno convida a refletir sobre a relação entre cl
Umidade baixa e recorde de calor no DF: saiba como se proteger da desidratação
Ressecamento das vias respiratórias, conjuntivite, sangramento nasal e instabilidade da pressão arterial afetam a população do Distrito Federal durante o período de seca extrema.