Uma pessoa com sarampo pode infectar outras 18, alerta coordenadora de imunização de Salvador

Quando o vírus volta a circular, é porque encontrou uma brecha
Doiane Lemos explica que o sarampo volta onde há pessoas não vacinadas.
Mark

Por que o número 18 é tão central na fala da coordenadora?

Mimi

Porque mostra a velocidade com que o sarampo se espalha. Uma única pessoa infectada pode gerar outras 18 infecções, e isso explica o alerta mesmo sem casos em Salvador.

Luke

Vale deixar claro: esse 18 é a explicação dada por Doiane na entrevista. A matéria não diz de onde vem o número nem em que condições ele vale.

Mark

E a situação atual na cidade?

Mimi

Não há casos suspeitos nem confirmados. A cidade está em alerta, e a vigilância precisa investigar todos os contatos de um eventual infectado.

Luke

Ou seja, o alerta é preventivo. A matéria não fala de surto em Salvador nem diz onde o vírus está circulando.

Mark

Quem precisa se vacinar?

Mimi

Sem comprovação na infância, de 12 meses a 29 anos são duas doses da tríplice viral, de 30 a 59 anos uma dose, e profissionais de saúde duas. Bebês de 6 a 11 meses só quando há casos no município.

Mark

E quem perdeu o cartão?

Mimi

Desde 2016 há um sistema que registra as vacinas, então dá para conferir. E o cartão não perde a validade.

Luke

Só ressalto que a matéria não explica como acessar esse sistema. Isso fica a descoberta do leitor.

  • Um único caso de sarampo pode infectar outras 18 pessoas, e a cidade acompanha esse risco sem nenhum caso confirmado até agora.
  • A vigilância sanitária precisa rastrear todos os contatos de qualquer infectado, numa corrida contra a velocidade do vírus.
  • Pneumonia e desidratação extrema são as ameaças que podem levar pacientes a tratamento intensivo e até à morte.
  • A resposta passa pela tríplice viral, com esquemas definidos por idade e a checagem do histórico no cartão ou no registro nacional.
  • A cidade segue em estado de alerta, com a população convocada a conferir sua situação vacinal antes que uma brecha se abra.

Em uma segunda-feira de outubro, em Salvador, a coordenadora de imunização da prefeitura, Doiane Lemos, lembrou que um único caso de sarampo pode alcançar outras 18 pessoas, e que é justamente essa conta que sustenta a atenção da cidade diante de uma doença ainda ausente do seu território. Não há, até agora, nenhum caso suspeito ou confirmado, mas a vigilância sanitária segue em alerta, como quem sabe que o vírus volta a circular sempre que encontra pessoas desprotegidas. Na prevenção, a memória da vacinação feita na infância é o que separa a cidade de um surto, e conferir essa história pessoal tornou-se um gesto simples de cuidado coletivo.

Na segunda-feira (26), Doiane Lemos, coordenadora de imunização da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador, abriu sua entrevista ao Metropole Saúde com um número que costuma assustar: uma pessoa com sarampo pode infectar outras 18. Mesmo sem nenhum caso suspeito ou confirmado na capital baiana, a prefeitura trata a doença com atenção redobrada.

Segundo ela, a situação exige muito da vigilância, que precisaria investigar cada pessoa que tivesse tido contato com um eventual infectado. Para Doiane, a vacina é a melhor barreira, porque o vírus só volta a circular quando encontra brechas, isto é, pessoas não vacinadas. Ela lembrou que o sarampo pode levar à pneumonia e à desidratação extrema, quadros que exigem cuidados intensivos.

A proteção começa na infância, com a tríplice viral, que também cobre caxumba e rubéola. Sem comprovação de vacinação, a aplicação depende da idade, com doses diferentes para cada faixa, e profissionais de saúde devem receber duas doses. A coordenadora pediu que a atenção não se restrinja à febre amarela e que a vacina contra a Covid-19 continue sendo aplicada.

Por fim, ela lembrou que o registro eletrônico de vacinas existe desde 2016, permitindo conferir a imunização mesmo sem o cartão físico. O cartão, mesmo esquecido na adolescência, não perde a validade e serve como comprovante por toda a vida. O recado final é simples: sem casos na cidade, a vigilância segue atenta e cada família pode checar sua situação vacinal.

Na entrevista ao Metropole Saúde, na segunda-feira (26), Doiane Lemos, Coordenadora de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador, começou com um número: uma pessoa com sarampo pode infectar outras 18. A conta ajuda a entender por que a prefeitura trata a doença com tanta atenção, mesmo sem ela ter chegado à capital baiana.

Segundo a coordenadora, até agora não há casos suspeitos nem confirmados de sarampo em Salvador. A cidade, porém, está em estado de alerta. Doiane explicou que a situação exige muito da vigilância sanitária, que precisa investigar todas as pessoas com quem um infectado teve contato.

Para ela, a vacinação é a melhor forma de evitar o contágio. Quando o vírus volta a circular, disse, é porque encontrou uma brecha, ou seja, pessoas não vacinadas. A coordenadora também lembrou da gravidade da doença: o sarampo pode causar pneumonia e desidratação extrema, quadros que exigem tratamento intensivo e podem levar à morte.

Doiane afirmou que a base da proteção se forma na infância. A vacina usada é a tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Quando não há comprovação oficial de imunização na infância, a aplicação segue a idade. Crianças de 6 a 11 meses só são vacinadas quando o município registra casos da doença. De 12 meses a 29 anos, são duas doses. De 30 a 59 anos, uma dose. Profissionais de saúde também devem receber duas doses.

A coordenadora disse ainda que a atenção das pessoas não deve se limitar à febre amarela, vacina que garante a possibilidade de viajar ao exterior. Segundo ela, a vacinação contra a Covid-19 também precisa continuar.

Sobre a comprovação, Doiane lembrou que desde 2016 existe um sistema que registra todas as vacinas recebidas. Assim, quem perdeu o cartão físico pode conferir se foi imunizado. Ela observou que é comum o cartão ser esquecido na adolescência, mas ele não perde a validade e serve como comprovante do histórico vacinal por toda a vida, mesmo sem uso frequente.

O que fica da conversa é um cenário de prevenção: sem casos na cidade, a vigilância segue em alerta e o recado é conferir a situação vacinal, pelo cartão ou pelo registro eletrônico.

A vacinação é a melhor forma de evitar o contágio. Quando o vírus volta a circular, significa que encontrou uma brecha, ou seja, pessoas não vacinadas.
— Doiane Lemos, Coordenadora de Imunização da Secretaria Municipal de Saúde de Salvador
Envie de l'histoire complète ? Lire l'original sur Rádio Metrópole ↗
Nous contacter FAQ