À medida que o Brasil envelhece em ritmo acelerado, uma pesquisa da UFMG revela que um em cada três idosos urbanos carrega sinais de depressão — número que sobe para quase metade entre as mulheres. O estudo, que acompanhou mais de sete mil brasileiros, aponta que o bairro onde se vive não é apenas cenário, mas condição: insegurança, ruído, desordem e a ausência de laços entre vizinhos pesam sobre a saúde mental de quem, na velhice, tem o entorno imediato como seu mundo principal. É um lembrete de que o cuidado com o envelhecimento é também uma questão de arquitetura social.
Um em cada três idosos urbanos apresenta sinais de depressão, aponta pesquisa da UFMG
Um em cada três idosos urbanos apresenta sintomas depressivos, com impacto significativo na qualidade de vida, isolamento social e risco aumentado de agravamento da saúde mental.