Em mais uma rodada de reconhecimento científico nacional, quarenta e três pesquisadores da Universidade Estadual de Londrina foram contemplados com bolsas de produtividade do CNPq — entre eles, quatro alcançaram o nível A, a distinção mais elevada do sistema. O feito não é apenas institucional: é o reflexo de décadas de esforço coletivo que transforma salas de aula e laboratórios paranaenses em pontos de irradiação do conhecimento global. A ciência, quando sustentada, não apenas responde perguntas — ela forma as gerações que saberão quais perguntas fazer.