A partir de 27 de setembro, a União Europeia impõe à indústria tecnológica uma verdade que o mercado há muito adiava: as palavras têm peso, e as promessas ambientais exigem prova. A Diretiva 2024/825 não nasce do nada — nasce de anos em que termos como 'ecológico' e 'climaticamente neutro' serviram mais para seduzir consumidores do que para descrever realidades. O que muda não é a possibilidade de fazer o bem, mas a impossibilidade de fingir que se faz.