No outono de 2026, a Europa formalizou um compromisso de 30 milhões de euros com a biotecnológica Ethris, unindo a Comissão Europeia e o Banco Europeu de Investimento numa aposta na próxima geração de terapias de mRNA administradas por inalação. Mais do que um contrato científico, o gesto ecoa a memória coletiva da pandemia — hospitais à beira do colapso, cidades silenciadas — e traduz a vontade europeia de não ser novamente apanhada desprevenida. A ciência avança, mas é a prudência política que lhe abre caminho.