Na madrugada de uma sexta-feira de julho, a Ucrânia anunciou a destruição de um bombardeiro estratégico russo Tu-95 a 800 quilómetros da sua fronteira, acompanhada de ataques coordenados a refinarias, terminais portuários e embarcações militares. O gesto não é apenas militar — é uma declaração de que Kiev possui tanto a vontade como os meios para alcançar o coração logístico da máquina de guerra russa. Nesta guerra de desgaste, a Ucrânia parece ter escolhido atacar não apenas os soldados, mas o combustível que os move.