O que nasceu nas estepes do Leste Europeu começa a ramificar-se pelos desertos africanos: a Ucrânia exporta o seu saber em drones e guerra electrónica para regiões onde a Rússia procura consolidar influência, transformando um conflito bilateral numa pressão distribuída sobre múltiplos teatros. Em lugares como o Mali, especialistas ucranianos treinam rebeldes locais não como combatentes, mas como multiplicadores de uma estratégia que visa encarecer, para Moscovo, o preço da sua expansão global. É a lógica antiga da guerra por procuração revestida de tecnologia contemporânea — e o seu alcance ai