A cada geração, as cidades precisam olhar para si mesmas e perguntar se o valor que atribuem às suas pedras e ruas ainda corresponde à realidade vivida por seus moradores. Uberaba faz isso agora, oito anos depois da última vez: contratou a FIPE para revisar a planta genérica de valores que fundamenta o IPTU municipal, reconhecendo que a tabela envelheceu enquanto o mercado imobiliário seguiu seu próprio curso. O resultado desse espelho técnico — e o quanto ele pesará no bolso dos proprietários a partir de 2027 — ainda está por ser revelado.