Uma jovem passageira morreu atropelada após ser deixada em uma rodovia por um motorista da Uber — e um tribunal brasileiro decidiu que essa tragédia não poderia ser tratada como acidente sem responsável. A condenação de R$ 200 milhões imposta à plataforma inscreve no direito uma pergunta que a era digital ainda hesitava em responder: até onde vai a responsabilidade de quem conecta pessoas a serviços que carregam riscos de vida? A sentença não é apenas sobre uma família e sua dor, mas sobre o lugar das plataformas tecnológicas na cadeia de proteção humana.
Uber condenada a pagar R$ 200 milhões após morte de jovem em rodovia
Uma jovem passageira morreu atropelada após ser deixada em rodovia pela plataforma de transporte.