Desde sua fundação em 2016, a Boring Company de Elon Musk carregou consigo uma promessa de transformação urbana — redes subterrâneas que libertariam as cidades do congestionamento. O que foi construído até agora é mais modesto do que o imaginado, mas a empresa persiste: máquinas em movimento, capital em profundidade, planos ainda sendo traçados. Há uma tensão antiga nessa história — entre a grandiosidade da visão e a humildade da realidade — e é nesse espaço que a Boring Company continua existindo.