Em uma noite de setembro, o Tribunal Superior Eleitoral voltou a interromper o caminho político de Deltan Dallagnol, suspendendo sua candidatura ao Senado pelo Paraná por meio de liminar. A decisão retoma uma questão que a própria corte havia enfrentado em 2023 — se a exoneração antecipada do Ministério Público Federal constituiu uma manobra para escapar de procedimentos disciplinares e garantir elegibilidade futura. Entre instâncias que divergem e um candidato que liderava pesquisas, o caso coloca em tensão os limites entre a letra da lei, a intenção por trás dos atos e o direito de participa