Em um momento em que a propaganda eleitoral já corria pelas ruas e pela internet, o Tribunal Superior Eleitoral encerrou mais uma reunião sem conseguir traçar os limites do que a inteligência artificial pode ou não fazer nas campanhas de 2026. A divisão entre os ministros revela algo mais profundo do que uma disputa técnica: é a dificuldade das instituições humanas de legislar sobre forças que se movem mais rápido do que o consenso. Sem regras claras, candidatos e cidadãos navegam em território indefinido, e a Corte se vê obrigada a aprender enquanto o jogo já acontece.