Na encruzilhada entre tecnologia e democracia, o Tribunal Superior Eleitoral se prepara para julgar se um avatar digital de Jair Bolsonaro, exibido em convenção partidária, transgrediu os limites do que a lei eleitoral permite. A ação movida pelo PT não questiona apenas um vídeo — ela convoca o Brasil a decidir se a transparência sobre o uso da inteligência artificial é suficiente para legitimá-la na disputa pelo poder. O que o TSE disser na terça-feira não será apenas uma sentença sobre o passado, mas uma bússola para todas as campanhas que ainda estão por vir.