Insuficiência venosa crônica, comum em pessoas acima dos 70 anos
Nas margens do Lago Leman, onde líderes do mundo se reúnem para deliberar sobre o destino coletivo, a atenção se voltou, mais uma vez, não para os acordos firmados, mas para as marcas nas mãos de Donald Trump. O corpo do homem mais poderoso do planeta tornou-se, ao longo de 2025 e 2026, um campo de interpretações — entre explicações médicas oficiais e a curiosidade pública que não se satisfaz com elas. A Casa Branca oferece respostas consistentes: insuficiência venosa crônica, aspirina em dose elevada, apertos de mão frequentes. E ainda assim, cada nova fotografia reabre a mesma pergunta sobre transparência, saúde e poder.
- As marcas nas mãos de Trump voltaram a aparecer em público durante sessão de trabalho na cúpula do G7 em Evian-les-Bains, repetindo um padrão que se arrasta por mais de um ano.
- A recorrência das imagens alimenta especulação persistente sobre o estado de saúde do presidente americano, mesmo diante de laudos médicos que atestam saúde excelente.
- A Casa Branca mantém sua explicação oficial — insuficiência venosa crônica, uso diário de 325mg de aspirina e o desgaste físico de uma agenda pública intensa.
- O próprio Trump já atribuiu um hematoma a uma batida em mesa durante evento na Suíça, e seu médico pessoal confirmou que a aspirina aumenta a propensão a manchas.
- Os exames de maio de 2026 indicaram saúde plena e pontuação máxima em testes cognitivos, mas a Casa Branca ainda não se pronunciou sobre as novas imagens do G7.
Donald Trump voltou a ser fotografado com marcas visíveis nas mãos durante a cúpula do G7 em Evian-les-Bains, na França, em junho de 2026. A cena se repetia: o presidente americano em sessão com líderes internacionais, e as marcas nas mãos capturadas pelas câmeras — assim como havia ocorrido em diversos eventos ao longo de 2025.
A Casa Branca já havia explicado o fenômeno em julho de 2025, quando a porta-voz Karoline Leavitt informou que exames médicos identificaram insuficiência venosa crônica em Trump, condição comum em pessoas acima dos 70 anos. A assessoria apontou ainda dois fatores agravantes: os frequentes apertos de mão da rotina presidencial e o uso diário de 325 miligramas de aspirina para prevenção cardiovascular — dose superior à normalmente recomendada.
Em janeiro de 2026, durante evento na Suíça, Trump ofereceu sua própria versão para um hematoma na mão esquerda, dizendo ter batido a mão em uma mesa. Em entrevista ao Wall Street Journal, confirmou a dose elevada de aspirina e reconheceu que ela o torna mais suscetível a manchas. Seu médico pessoal, Sean Barbabella, corroborou essa explicação. Em agosto de 2025, o presidente havia sido fotografado com maquiagem cobrindo as marcas durante evento no Salão Oval.
Os laudos médicos divulgados em maio de 2026 apresentaram um quadro de saúde positivo: Trump foi classificado como em excelente estado, com melhora no inchaço nas pernas e pontuação máxima no Teste de Avaliação Cognitiva de Montreal. Exames neurológicos e cardiovasculares retornaram normais. Ainda assim, diante das novas imagens registradas no G7, a Casa Branca permanecia em silêncio.
Donald Trump apareceu novamente com marcas visíveis nas mãos durante a cúpula do G7 realizada em Evian-les-Bains, na França, em junho de 2026. A fotografia foi tirada enquanto o presidente americano participava de uma sessão de trabalho com líderes do grupo e parceiros internacionais de investimento. Não era a primeira vez que tais marcas eram registradas — ao longo de 2025, imagens similares surgiram em diversos eventos públicos, gerando especulação sobre a saúde do presidente.
A Casa Branca já havia fornecido explicações para essas marcas em ocasiões anteriores. Em julho de 2025, a porta-voz Karoline Leavitt divulgou que exames médicos realizados após episódios de inchaço nas pernas e hematomas nas mãos revelaram que Trump sofre de insuficiência venosa crônica, uma condição comum em pessoas acima dos 70 anos. A assessoria presidencial também atribuiu os hematomas visíveis a dois fatores: irritações causadas por apertos de mão frequentes e pelo uso diário de aspirina como parte de um regime de prevenção cardiovascular.
Em janeiro de 2026, Trump ofereceu sua própria explicação para um hematoma na mão esquerda, dizendo que havia batido a mão em uma mesa durante um evento na Suíça. Naquela ocasião, ele também mencionou que a dose elevada de aspirina que toma o torna mais propenso a desenvolver hematomas. Em entrevista ao Wall Street Journal, Trump revelou que ingere diariamente 325 miligramas de aspirina — uma quantidade superior à dose preventiva normalmente recomendada por profissionais médicos. Seu médico pessoal, Sean Barbabella, confirmou que o medicamento contribui para que o presidente apresente manchas com maior facilidade.
Em agosto de 2025, Trump foi fotografado novamente, desta vez com maquiagem cobrindo marcas nas mãos durante um evento no Salão Oval. A Casa Branca reiterated sua posição anterior, vinculando os hematomas ao uso de aspirina e aos compromissos públicos frequentes que envolvem contato físico com apoiadores e autoridades.
Os exames médicos mais recentes, divulgados pela Casa Branca em maio de 2026, apresentaram um quadro diferente. De acordo com o laudo, Trump está em "excelente saúde" e apto para exercer plenamente suas funções presidenciais. O documento registrou melhora no inchaço que havia sido observado anteriormente nas pernas. Nos testes cognitivos, o presidente obteve desempenho considerado excelente, com pontuação máxima no Teste de Avaliação Cognitiva de Montreal. Os exames neurológicos e cardiovasculares também retornaram resultados normais. O médico recomendou aumento da atividade física, continuidade da perda de peso e manutenção dos cuidados preventivos em andamento.
Até o momento, a Casa Branca não havia feito comentários específicos sobre as novas imagens registradas durante a cúpula do G7 na França.
Notable Quotes
Os hematomas estavam relacionados ao uso de aspirina e aos frequentes compromissos públicos que envolvem contato físico— Casa Branca, agosto de 2025
O presidente está em excelente saúde e apto para exercer plenamente suas funções— Laudo médico da Casa Branca, maio de 2026
The Hearth Conversation Another angle on the story
Por que essas marcas nas mãos continuam aparecendo se os exames recentes mostram saúde excelente?
A Casa Branca oferece uma explicação coerente — insuficiência venosa crônica é uma condição crônica, não algo que desaparece. A aspirina em dose alta é um tratamento contínuo. O que mudou é que os exames mais recentes mostram que o resto da saúde está bem controlado.
Mas por que ele toma uma dose tão alta de aspirina? Isso não é incomum?
Sim, 325 miligramas é acima do recomendado para prevenção. Trump tem histórico de problemas cardiovasculares na família e já sofreu eventos cardíacos. Seu médico aparentemente decidiu que o benefício preventivo justifica o risco aumentado de hematomas.
E quanto à maquiagem em agosto? Isso não sugere que a Casa Branca estava tentando esconder algo?
Ou sugere que Trump simplesmente não queria aparecer em público com hematomas visíveis — o que é uma escolha estética comum. A maquiagem foi notada e reportada, então não foi exatamente um segredo.
Os exames cognitivos foram realmente máximos? Como se mede isso?
O Teste de Avaliação Cognitiva de Montreal é um teste padronizado. Pontuação máxima significa que ele passou em todas as medidas — memória, atenção, linguagem. Os exames neurológicos normais reforçam isso.
Então o padrão é: marcas continuam, saúde geral melhora, Casa Branca explica tudo?
Exatamente. É um padrão que se repete desde 2025. As marcas são um sintoma visível de uma condição crônica gerenciável. Os exames mais recentes sugerem que o gerenciamento está funcionando.