Num gesto que desafia décadas de direito internacional, o presidente dos Estados Unidos publicou uma imagem reivindicando o Estreito de Ormuz — passagem vital entre o Irão e Omã, por onde flui um terço do petróleo mundial — como território norte-americano. A ação, consumada em agosto de 2026, não é apenas retórica: questiona os fundamentos da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar e abre precedentes que potências regionais e globais não podem ignorar. Quando um líder redesenha o mapa com uma imagem, o mundo inteiro é obrigado a perguntar onde terminam as palavras e começam as inten