No limiar de uma transição de liderança nas Nações Unidas, Donald Trump volta os olhos para um nome improvável: Gianni Infantino, o presidente da FIFA, como possível sucessor de António Guterres. A escolha, nascida de uma relação cultivada à sombra do Mundial de 2026, desafia convenções geográficas e institucionais, e levanta questões mais profundas sobre o que significa liderar a maior organização multilateral do mundo numa era de fragmentação global.