Em setembro de 2026, a administração Trump prepara sanções contra o Tribunal Penal Internacional em resposta ao mandado de prisão emitido contra o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu. O gesto vai além da retórica diplomática habitual: trata-se de uma potência nacional usando seu peso econômico para contestar a autoridade de uma instituição criada para julgar os crimes mais graves da humanidade. No horizonte, a decisão levanta uma questão que transcende este caso específico — até onde as grandes potências podem ir para proteger seus aliados sem desfazer a arquitetura da justiça inte