Em setembro de 2026, Donald Trump interveio diretamente na condução militar ucraniana ao pedir a Zelensky que suspenda os ataques contra refinarias e depósitos de diesel russo, argumentando que essas operações ampliam a crise energética global. O gesto revela uma tensão mais profunda entre os objetivos de guerra de Kiev e as prioridades econômicas de Washington — e levanta a questão de até que ponto um aliado pode moldar a estratégia de quem combate pela própria sobrevivência. Zelensky sinalizou abertura à desescalada, mas o que está em jogo vai além do combustível: trata-se de quem define os