Meses antes das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, o governo Trump leva à Suprema Corte um pedido para implementar decretos que restringem o voto por correspondência e exigem comprovação de cidadania — medidas suspensas por tribunais em 23 estados. A disputa revela uma tensão constitucional profunda sobre quem detém a autoridade para definir as regras do voto: os estados, o Congresso ou o presidente. No horizonte, a questão não é apenas jurídica, mas sobre a natureza da confiança democrática e quem tem o poder de moldá-la.