No limiar entre aliança e pressão, Donald Trump sinalizou na Casa Branca que nenhuma posição americana é sagrada — nem mesmo a neutralidade histórica sobre as Ilhas Malvinas, disputadas há décadas entre Reino Unido e Argentina. A abertura para revisar esse equilíbrio diplomático, mantido desde o fim da guerra de 1982, sugere que a soberania de um arquipélago distante pode tornar-se moeda de troca numa negociação sobre gastos militares britânicos. É o retorno de uma lógica antiga: a geografia como instrumento, a história como alavanca.
Trump não descarta 'revisar' posição dos EUA sobre soberania das Malvinas
A Guerra das Malvinas deixou 649 argentinos, 255 britânicos e 3 habitantes das ilhas mortos.