Em um campo de golfe na Irlanda, Donald Trump rejeitou os alertas sobre os riscos existenciais da inteligência artificial, enquadrando o debate não como uma questão de segurança humana, mas como uma corrida civilizatória entre nações. Pesquisadores da Anthropic advertem sobre extinção e propõem desaceleração, mas a lógica da competição geopolítica com a China parece sobrepor-se à cautela científica. A humanidade se vê diante de uma tensão antiga: o impulso de dominar o futuro e o dever de proteger quem nele viverá.