No cruzamento entre dívida, infraestrutura e geopolítica, os Estados Unidos intensificam sua ofensiva diplomática contra a presença chinesa na América Latina, apontando falhas concretas em megaprojetos como a hidrelétrica Coca Codo Sinclair no Equador — uma usina com mais de 17 mil fissuras estruturais e financiamento de quase US$ 1,7 bilhão do Banco Exim chinês. A disputa entre Washington e Pequim pela influência regional revela uma América Latina presa entre credores distantes e críticos que raramente oferecem alternativas. É a velha tensão entre soberania e dependência, agora revestida de c